3 dias entre Cusco e Machu Picchu – descobrindo o Peru em um feriado!
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3 dias entre Cusco e Machu Picchu – descobrindo o Peru em um feriado!

Por Camilla Ribeiro    Postado em 13.10.2018

Machu Picchu é aquele lugar de sonho que todo viajante que se preze tem em sua bucket list, né? Eu não poderia ser diferente e, como tantos outros, sonhei, durante muito tempo, em conhecer a Cidade Perdida dos Incas. Eu já tinha ido ao Peru, há alguns anos atrás, mas, com o pouco tempo que tinha, optei por ficar apenas em Lima (que, aliás, amei e super recomendo!).

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Machu Picchu, um dos meus maiores sonhos de viagem (Foto: Viagem no Detalhe)

Dessa vez, novamente, me vi no impasse: tinha apenas um feriado de 3 dias e o imenso desejo de conhecer Cusco e Machu Picchu. Mas, todo lugar em que pesquisava desaconselhava a viagem para lá em tão pouco tempo. Ainda bem que, quando eu cismo com alguma coisa, nada me tira aquilo da cabeça…rs – montei meu roteiro e, contra todas as indicações, me joguei em mais essa viagem, que – posso agora dizer, ufa! – foi um sonho! 🙂

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A bela Praça das Armas de Cusco (Foto: Viagem no Detalhe)

É claro que o ideal é ter mais tempo para explorar com calma os diversos sítios arqueológicos próximos a Cusco, o Vale Sacrado, e até mesmo vivenciar o nascer do sol em Machu Picchu, dormindo uma noite em Aguas Calientes. Mas, se, assim como eu, você só tem 3 dias (e 3 noites), dá sim para conhecer a região e aproveitar muito!

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Todas as cores do Peru! (Foto: Viagem no Detalhe)

Nesse post, vou compartilhar meu roteiro completo por lá (em um formato um pouco diferente do padrão aqui do blog) e todas as minhas dicas para curtir ao máximo essa viagem incrível!

// Como Chegar?

Diversas companhias aéreas operam o trecho Brasil – Cusco, geralmente com conexão em Lima. Eu fiz o trecho pela Avianca, com conexão na capital peruana, e comprei a passagem direto no site da Avianca internacional (e não da Avianca Brasil).

Para quem está com tempo, é bacana começar a viagem por Lima e ficar uns 2 ou 3 dias na cidade, para aproveitar e aclimatar o corpo a diferença de altitude. Lima, ao contrário do que muitos pensam, é cheia de atrações e tem uma gastronomia formidável! A cidade já recebeu o título de Capital Gastronômica das Américas e come-se MUITO bem por lá!

// Como se precaver do temido mal de altura?

Cusco está localizada a 3.400 metros acima do nível do mar e Machu Picchu, a 2.400 metros. O temido soroche, o “mal de altura”, é uma realidade para muitos viajantes e eu, que ainda contrariaria a recomendação de ir progredindo de altura nas cidades visitadas, estava ainda mais preocupada com como meu corpo reagiria nessa viagem. Afinal, com apenas 3 dias de viagem, não podia me “dar o luxo” de passar mal, né?

A boa notícia é que, tomando algumas precauções, não passei mal nenhuma vez nessa viagem! E, claro, vou compartilhar todas elas com vocês!

Primeiramente, já cheguei no Peru, tomando chá de coca e mascando folha de coca. No próprio aeroporto de Cusco, já tinha uma cesta com folhas, para todos que chegavam lá pegarem. O gosto é ruim, mas ajuda bastante!

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Chá de coca, ferramenta fundamental no combate ao mal de altura (Foto: Viagem no Detalhe)

Outra coisa importante é deitar e descansar, assim que chegar lá. Eu, que sou super elétrica e já chego nos lugares, querendo passear, me contive, deitei e descansei uns 40 minutinhos no hotel, assim que cheguei em Cusco. Isso é importante para que seu corpo vá se aclimatando com a diferença de altitude do lugar.

Beber MUITA água também é essencial. Aliás, beber muita água, em qualquer lugar do mundo, é sempre uma boa dica, né? rs

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Chá sempre servido no Belmond Monasterio (Foto: Viagem no Detalhe)

Por fim, o que pra mim foi o pulo do gato: tomei um remédio natural chamado “Alti Vital”, que prometia prevenir os efeitos do mal de altura, e achei que fez toda a diferença.

Comecei a tomar o remédio, assim que pousamos em nossa escala em Lima, e mantive a medicação durante toda a viagem. Mas, claro, se você optar por tomar esse remédio (que só vende lá) – mesmo sendo ele natural! -, não deixe de pesquisar mais e consultar o seu médico antes! 😉

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Alti Vital, remédio para combater o mal de altura (Foto: Viagem no Detalhe)

// Onde se Hospedar?

Cusco tem uma imensa oferta de hotéis para todos os gostos e bolsos. Em termos de localização, o mais recomendado é ficar próximo à Praça das Armas, que é o coração da cidade. Dali, faz-se tudo a pé.

Eu escolhi me hospedar no maravilhoso Hotel Belmond Monasterio, por ter me encantado completamente com a história e charme do lugar. O hotel é um antigo mosteiro de 1592 (!) e preserva toda a estrutura e atmosfera daquela época.

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O lindo claustro do antigo mosteiro (Foto: Viagem no Detalhe)

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A belíssima capela do hotel (Foto: Viagem no Detalhe)

As acomodações são lindíssimas e todas decoradas com arte sacra, assim como todo o hotel. Nos jardins dos antigos claustros, tocam cantos gregorianos, criando uma atmosfera de paz sem igual!

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Nosso quarto no Belmond Monasterio, repleto de arte sacra (Foto: Viagem no Detalhe)

Outro ponto alto do hotel é o café da manhã, que com certeza foi um dos melhores cafés da manhã de hotel que já tomei! Além do buffet super farto e completo, diversas opções à la carte são oferecidas na mesa, como vários tipos de ovos, panquecas (a de quinoa com mel foi minha favorita!), omeletes etc.

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Parte do buffet de café da manhã do hotel (Foto: Viagem no Detalhe)

O café da manhã começa a ser servido às 5h da manhã, o que facilita muito a vida de quem madruga para ir a Machu Picchu. A refeição pode ser feita no salão do restaurante ou no jardim do hotel, ambas experiências super agradáveis.

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Café da manhã no jardim do Belmond Monasterio (Foto: Viagem no Detalhe)

Amei ter me hospedado no Belmond Monasterio, um hotel cheio de história e personalidade e com o tratamento e padrão de qualidade já conhecido da coleção Belmond. Recomendo muito!

Clique aqui para reservar sua estadia no Hotel Belmond Monasterio ou pesquise aqui outras opções de hotel em Cusco

// Meu Roteiro

➼ Dia 1

Num roteiro de 3 dias é importante ir com calma. Como já disse, Cusco está a 3.400 metros acima do nível do mar e essa diferença é sentida, logo que se aterrissa na cidade. Então, é super recomendado reservar alguns minutos para descansar no seu hotel, assim que chegar lá. Foi exatamente o que fiz, ao chegar no Belmond Hotel Monasterio.

Depois de uns 40 minutos de repouso, parti para a Praça das Armas, que é o coração da cidade, cheia de restaurantes, igrejas e lojinhas.

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Chegando na Praça das Armas de Cusco (Foto: Viagem no Detalhe)

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Estátua de Tupac Amaru, no centro da Praça das Armas (Foto: Viagem no Detalhe)

Depois de almoçar no delicioso Ceviche Seafood Kitchen (veja, abaixo, mais detalhes sobre o restaurante), me perdi pelas ruazinhas fofas da cidade, admirando cada detalhe e construção, começando pela famosíssima Catedral de Cusco.

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Praça das Armas em polvorosa em festival local (Foto: Viagem no Detalhe)

Essa foi a primeira (e é uma das maiores) catedral da América do Sul. A história do lugar está diretamente ligada à  colonização espanhola, pois a catedral foi construída em cima de um templo inca e os próprios incas escravizados foram tristemente responsáveis pela empreitada.

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A magnífica fachada da Catedral de Cusco (Foto: Viagem no Detalhe)

A parte interessante é ver a mistura de estilos, dentro da própria catedral que indica as muitas reminiscências históricas do lugar. Um passeio imperdível e que vale muito a pena ser feito com guia, para pegar todos os detalhes da rica história do lugar.

Depois de visitar a catedral, bati bastante perna, visitei o mercado inca e, à noite, fui jantar no Cicciolina (veja mais detalhes do restaurante abaixo).

➼ Dia 2

O segundo dia era um dos mais esperados do roteiro: dia de conhecer Machu Picchu!! 😀

Num roteiro de 3 dias, não havia outra opção senão comprar o ingresso para o período da tarde, que permite a visita ao sítio arqueológico de 12h às 17h. Vale destacar que o ingresso precisa ser adquirido com antecedência (quanto antes, melhor!), o que pode ser feito diretamente nesse site.

Para ir para Machu Pichhu, escolhi fazer o trajeto com o trem Vistadome, da Peru Rail, que oferece janelões panorâmicos em toda a sua extensão. Comprei a passagem diretamente no site da Peru Rail.

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Os janelões do trem Vistadome permitem uma visão panorâmica (Foto: Viagem no Detalhe)

Há duas estações principais de onde partem os trens para Machu Picchu: Poroy (que fica a apenas 20 minutos de Cusco) e Ollantaytambo (que fica a quase 200 km de distancia de Cusco).

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A entrada da estação de Poroy (Foto: Viagem no Detalhe)

Eu optei por sair da estação de Poroy. De lá, são 3 horas de viagem até Machu Picchu, mas as paisagens lindas, ao longo do caminho, fazem o trajeto passar voando.

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O trajeto passa voando no trem Vistadome (Foto: Viagem no Detalhe)

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Paisagens no caminho até Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

Gostei muito do trem, bem confortável e com serviço bastante simpático. Durante o trajeto, foi servido um lanchinho gostoso, com sanduíche e bebidas a sua escolha, sem custo adicional.

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Lanchinho servido no trajeto para Machu Picchu no Vistadome (Foto: Viagem no Detalhe)

Gostei bastante da experiência de ir para Machu Picchu no trem Vistadome e super recomendo!

Ao desembarcar do trem, você estará na cidade de Aguas Calientes. De lá, ainda é preciso pegar um ônibus para chegar até Machu Picchu. O bilhete é comprado na hora e custa USD $ 24, por pessoa (ida e volta). O trajeto de Aguas Calientes até a entrada da cidade sagrada dura em torno de 25 minutos.

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Chegada em Aguas Calientes (Foto: Viagem no Detalhe)

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Ônibus que levam a Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

Uma vez chegando em Machu Picchu, é atualmente obrigatório ter guia para entrar na Cidade Perdida dos Incas. Você pode optar por contratar algum dos diversos guias que ficam em frente ao sítio arqueológico, oferecendo seus serviços, ou já chegar lá com um guia contratado, como eu fiz.

Além de ser obrigatória a entrada com guia, acho fundamental ter uma pessoa com conhecimento histórico do local com você, para te explicar tudo. Do contrário, corre o risco de reduzir a visita a um “monte de pedra e ruína”, sabe?

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Visão de tirar o fôlego, assim que você chega em Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

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Zona agrícola de Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

E Machu Picchu, além de ser um lugar incrível, com uma energia mágica, tem um milhão de detalhezinhos que um bom guia saberá te mostrar e explicar, o que vai fazer sua visita ser ainda mais especial.

Eu contratei previamente uma guia chamada Dina (o contato dela é +55 984714374) e fiquei satisfeita com o serviço prestado. Não vou mentir, não foi a melhor guia da minha vida (rs), mas ela tinha bastante conhecimento histórico e passava isso bem.

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Pelas ruínas da Cidade Perdida dos Incas (Foto: Viagem no Detalhe)

Machu Picchu é cheio de história, desde sua misteriosa origem, que remonta ao ano de 1450 (e cujo propósito não foi decifrado, até os dias de hoje, com certeza), até o uso de cada um de seus espaços. Alguns de meus lugares favoritos no sítio arqueológico foram o Templo do Sol e o Templo de Condor.

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Templo do Sol em Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

O Templo do Sol é a única construção em formato semicircular do sítio arqueológico e segue o formato da rocha sobre a qual foi erguido. É perfeito para identificação e observação de solstícios e possui uma construção destinada ao culto à Pachamama (Mãe Terra).

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O Templo de Condor, em Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

O Templo de Condor foi construído em homenagem ao pássaro, que era sagrado para os Incas e representava o papel de mensageiro entre o céu e a terra, já que deveria conduzir os espíritos até Hana Pacha (o equivalente ao Paraíso para os cristãos). O templo, que aparece na foto acima, representa o formato do Condor: as rochas maiores formam as asas e o bico e o restante do corpo aparecem no chão. Consegue visualizar?

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Machu Picchu é cheia de segredos ainda não desvendados (Foto: Viagem no Detalhe)

Enfim, esses são apenas alguns dos lugares vistos em uma visita básica a Machu Picchu, mas a Cidade Perdida dos Incas tem muito mais a ser visto e, só ao vivo, dá pra ter noção do quão incrível esse lugar é! Eu juro: mesmo já tendo visto mil fotos de lá, a sensação de pisar nesse lugar mágico é indescritível!

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Machu Picchu: sem palavras para descrever esse lugar mágico (Foto: Viagem no Detalhe)

Depois de percorrer todo o sítio arqueológico, não deixe de carimbar seu passaporte, na saída! Tem uma mesinha, bem escondida, na saída de Machu Picchu, onde você pode registrar a visita ao lugar no seu passaporte – não esqueça! É uma recordação muito legal!

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Mesinha com carimbo, na saída de Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

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Passaportes carimbados! (Foto: Viagem no Detalhe)

Minha visita a Machu Picchu durou cerca de 4 horas, vendo tudo com bastante calma e parando para várias fotos. Como comprei o trem Hiram Bingham, do Belmond, para voltar de lá (comprei a passagem diretamente no site da Peru Rail), tinha direito a um chá da tarde no hotel Belmond Sanctuary Lodge, o único hotel que fica na entrada de Machu Picchu!

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Entrada do Belmond Sanctuary a 100 m de Machu Picchu (Foto: Viagem no Detalhe)

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Salão do chá da tarde no Belmond Sanctuary (Foto: Viagem no Detalhe)

O chá da tarde estava delicioso e cheio de opções variadas, o que foi perfeito, pois a fome já começava a bater, depois de horas caminhando em Machu Picchu! Após o chá, quem tem ingresso para o trem Hiram Bingham tem direito ao ticket de ônibus para Aguas Calientes, onde se pega o trem para voltar para Cusco (ou seja, na chegada a Aguas Calientes, só é preciso comprar o ticket de ônibus de ida a Machu Picchu).

Na chegada a estação de Aguas Calientes, há um lounge vip para quem regressa no trem Hiram Bingham, onde é possível aguardar sua chegada com todo o conforto e fugir de eventuais filas.

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Caminho para o Vip Lounge do Hiram Bingham (Foto: Viagem no Detalhe)

A experiência de andar no trem Hiram Bingham é um capítulo a parte e, confesso, era um dos meus grandes sonhos de viagem! Ao entrar no trem, de estilo Pullman dos anos 20, me senti imediatamente teletransportada para uma era de glamour do passado! O trem é lindíssimo e parece o expresso do oriente! Rs

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O belíssimo Hiram Bingham (Foto: Viagem no Detalhe)

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Todo glamour do Hiram Bingham: trem estilo pullman dos anos 20 (Foto: Viagem no Detalhe)

Há um vagão com bar, onde você pode pedir sua bebida favorita e assistir a um show ao vivo. O clima é super animado!

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O animado vagão bar do Hiram Bingham (Foto: Viagem no Detalhe)

Durante o trajeto, é servido um delicioso jantar em 4 etapas, tudo pensado nos mínimos detalhes para fazer a viagem ser o mais agradável possível! As bebidas selecionadas do menu também são servidas à vontade, só escolher o que for de sua preferência.

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Menu em 4 etapas servido no Hiram Bingham (Foto: Viagem no Detalhe)

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Uma das entradas do menu de jantar do Hiram Bingham (Foto: Viagem no Detalhe)

Eu amei minha experiência no trem Hiram Bingham e achei perfeito pegá-lo na volta, pois, além da experiência ser incrível, estava cansada do dia intenso e, nele, nem senti a viagem passar!

➼ Dia 3

O terceiro dia do meu roteiro foi dedicado a conhecer alguns lugares de Cusco que ainda não tinha ido e outros que faltou conhecer no primeiro dia do roteiro. No começo do dia, fui explorar o charmoso bairro de San Blas.

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Pelas ruas de San Blas (Foto: Viagem no Detalhe)

Por ser cheio de subidas e ladeiras, não é aconselhável fazer esse passeio no primeiro dia de viagem, por isso, reservei a ida até lá para o último dia em Cusco.

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Subidas por toda parte, no bairro de San Blas (Foto: Viagem no Detalhe)

O bairro de San Blas é um dos cantinhos mais agradáveis de Cusco, na minha opinião. Entre suas ruas de ladeira, você vai encontrar varias lojinhas, galerias de arte, cafés e, claro, muitos exemplares da tão única arquitetura andina. Uma dica é que lá é um dos melhores lugares para comprar lembrancinhas (com preços melhores do que os da Praça das Armas).

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Cafés espalhados pelas ruas de San Blas (Foto: Viagem no Detalhe)

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Arquitetura andina pela cidade (Foto: Viagem no Detalhe)

No bairro de San Blas, localiza-se a igreja mais antiga de Cusco, construída em 1563, que também vale a sua visita!

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Igreja de San Blas, a mais antiga de Cusco (Foto: Viagem no Detalhe)

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A praça do bairro, onde a igreja se localiza (Foto: Viagem no Detalhe)

Recomendo não só visitar o interior da igreja, com forte influência barroca, como subir ao campanário, para ter uma vista panorâmica de Cusco.

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Um pouco da vista do campanário da Igreja de San Blas (Foto: Viagem no Detalhe)

Depois de bater muita perna pelo bairro de San Blas, retornei para a Praça das Armas para, agora sim, entrar na Igreja da Companhia de Jesus (no primeiro dia, entrei apenas na Catedral de Cusco), outra das principais igrejas da cidade.

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Igreja da Companhia de Jesus, na Praça das Armas (Foto: Viagem no Detalhe)

Para fechar a programação do dia, antes do almoço, escolhi um dos muitos bares/cafés que ficam na praça, para tomar uma cervejinha local, com vista, e me despedir dessa cidade incrível!

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Cheers, Cusco, até a próxima! (Foto: Viagem no Detalhe)

// Onde comer?

➦ Ceviche Seafood Kitchen – Esse foi o restaurante onde almocei no primeiro dia de viagem e super recomendo!

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Ambiente gracinha do Ceviche Seafood Kitchen (Foto: Viagem no Detalhe)

Lá, recomendo provar uma das inúmeras opções de ceviche (eu experimentei um com peixe, lulas fritas e leite de tigre) e a prancha mista de frutos do mar (que mescla de polvo, lula, lagostim e peixe, acompanhados de batatas andinas e molhos). Tudo delicioso!

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Delicioso ceviche no Ceviche Seafood Kitchen (Foto: Viagem no Detalhe)

Cicciolina – Esse foi o melhor restaurante da viagem, sem dúvidas, e é reputado como um dos melhores de Cusco!

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O charmoso ambiente do restaurante Cicciolina (Foto: Viagem no Detalhe)

O ambiente do Cicciolina é uma graça e o menu, delicioso. Lá, provei o risoto de cogumelo. De sobremesa, recomendo demais o chocolate com flor de sal e mousse de lucuma, uma das melhores sobremesas que já provei!

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Risoto de cogumelos no Cicciolina (Foto: Viagem no Detalhe)

É essencial reservar com antecedência, porque o restaurante lota! Para reservar, clique aqui.

Papacho’s – A hamburgueria do renomado chef Gaston Acúrio foi minha escolha para um rápido almoço, no último dia, antes de voltar para casa. Sou super fã do chef (em Lima, tive uma das melhores refeições da minha vida, no restaurante Astrid y Gaston, desse mesmo chef!) e a hamburgueria não decepcionou de forma alguma!

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Hambúrgueres com assinatura e vista, no Papacho’s (Foto: Viagem no Detalhe)

***

Meu roteiro por Cusco e Machu Picchu foi rapidinho, mas valeu cada segundo, sem dúvidas! Espero que essas dicas te ajudem a planejar o seu ou te incentivem a começar a programar essa viagem! 🙂

Obrigada pela visita!
Beijos, Camilla
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  1. […] Ainda bem que insisti, montei meu roteiro e, contra todas as indicações, me joguei em mais essa viagem, que – posso agora dizer, ufa! – foi um sonho! 🙂 Compartilhei todos os detalhes desse roteiro por Cusco e Machu Picchu nesse post aqui. […]

  2. […] Ainda bem que insisti, montei meu roteiro e, contra todas as indicações, me joguei em mais essa viagem, que – posso agora dizer, ufa! – foi um sonho! 🙂 Compartilhei todos os detalhes desse roteiro por Cusco e Machu Picchu nesse post aqui. […]

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