Roteiro de 3 ou 4 dias em Havana
América Central Cuba Havana

Roteiro de 3 ou 4 dias em Havana

O que fazer na vibrante capital cubana
Por Camilla Ribeiro    Postado em 31.10.2020

Eu sempre tive curiosidade conhecer Cuba, mas era uma viagem que sempre acabava “ficando para depois”. No último carnaval, esse plano finalmente saiu do papel, numa viagem de amigos muito animada!

Meu roteiro passou por Havana e Varadero (confira nesse post as dicas de planejamento), essa última, parte de praia, um complemento conveniente – na minha opinião, até indispensável – quando se está no Caribe, não é mesmo? Apesar de ter curtido Varadero, foi Havana que ganhou meu coração com sua energia vibrante e única!

Skyline de Havana (Foto: Viagem no Detalhe)
Por do sol na orla de Havana (Foto: Viagem no Detalhe)
Praça da Revolução, em Havana (Foto: Viagem no Detalhe)

Pense num país que combina povo hospitaleiro, história, arquitetura incrível e música, muita música por todos os cantos. Cuba é um caldeirão cultural – com influências europeia, da colonização espanhola, e americana, do período de dominação dos EUA sobre a ilha, e raízes africanas! Todas essas referências produzem uma mistura de estilos e influências que torna a ilha única, original e belíssima.

Em Havana, o novo que vem surgindo – com a reabertura gradual do país, que já se sente, mas não macula em nada a experiência de estar lá – se mistura ao antigo – que ainda é preponderante nas construções, nos carros e no estilo de vida da ilha. Passeando pelas ruas, volta e meia se ouve um “Bienvenido a Cuba!” ou uma nota musical.

Uma cidade muito colorida (Foto: Viagem no Detalhe)
E com música por todas as partes (Foto: Viagem no Detalhe)

Arrisco dizer que é possível conhecer Cuba e não gostar do país, mas jamais ficar indiferente! Espero que vocês se encantem por esse roteiro tanto quanto eu =)

// COMO CHEGAR?

Não há voos diretos do Brasil para Havana. Eu viajei pela Latam, com conexão em Lima, na ida, e em Santiago, na volta.

// DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

Além de passaporte válido por 6 meses, é obrigatório ter seguro saúde e certificado de vacina contra febre amarela. Brasileiros também precisam de visto para entrar em Cuba.

Expliquei tudo sobre os documentos necessários e como tirar o visto cubano nesse post aqui.

// MOEDA

Em Cuba circulam duas moedas, os pesos cubanos (CUPs) e os pesos conversíveis (CUCs). A diferença entre os dois é basicamente que o primeiro pode circular apenas entre os nacionais do país e nós, turistas, temos que fazer uso dos CUCs, moeda turística (1 CUC equivale a 1 Euro em fevereiro/20).

Como não encontramos a moeda cubana para comprar por aqui, levei euros (não leve dólar, porque a moeda americana é taxada lá!) e troquei no próprio aeroporto, na chegada ao país.

// QUANDO IR?

A melhor época do ano para visitar Cuba é de novembro a abril, quando o clima é firme e agradável, permitindo combinar a capital cubana com algum dos muitos destinos de praia que o país oferece.

O restante do ano corresponde à época chuvosa e, por isso, menos recomendável. Os meses entre Agosto e Outubro devem ser sobretudo evitados, devido ao risco de furacões.

Clima em Fevereiro (Foto: Viagem no Detalhe)

// QUANTO TEMPO FICAR?

De 3 a 4 dias me pareceu uma ótima quantidade de tempo. Eu fiquei quase 4 dias completos em Havana e mais 3 dias em Varadero (região de praia de Cuba) e achei uma excelente divisão. Deu para conhecer bem a capital e ainda relaxar nas praias caribenhas, no fim da viagem.

// ONDE SE HOSPEDAR?

Em Havana, escolhi me hospedar no histórico Hotel Sevilla, que foi muito frequentada pelo mafioso Al Capone, na época de domínio americano da ilha.

O hotel não é luxuoso, mas é confortável e muito bem localizado. No hall principal, é frequente ter músicos, embalando ritmos cubados. Achei uma opção de hospedagem simpática e com personalidade.

Hall de entrada do Hotel Sevilla (Foto: Viagem no Detalhe)

As premissas do hotel são antigas, mas nada caindo aos pedaços rs. O quarto era amplo e atendeu bem às nossas necessidades. A cereja do bolo foi a surpresa ao abrir a janela: uma vista fabulosa para o Capitólio!

Vista da janela do meu quarto, no Hotel Sevilla (Foto: Viagem no Detalhe)

Reserve aqui (sem custo adicional) sua estadia no Hotel Sevilla.

Para quem busca uma opção mais luxuosa e cheia de estilo, recomendo o Gran Hotel Manzana Kempinski, hotel novíssimo, bem localizado e com design e vista incríveis. Tive a oportunidade de conhecê-lo quando fui tomar um drink no seu rooftop e fiquei impressionada!

Rooftop do Gran Hotel Manzana Kempinski (Foto: Viagem no Detalhe)

Se preferir, pesquise aqui outras opções de hospedagem em Havana.

// O QUE FAZER?

Eu dividi meus dias em Havana por regiões e o que não deu tempo de fazer nos dias originalmente designados, eu fiz no último dia. A organização foi assim:

#DIA 1: HAVANA CENTRAL

Museu da Revolução – Um dos passeios que mais curti em Havana foi conhecer o Museu da revolução. O museu recria (com grande parcialidade, é claro) a história da revolução. É interessante conhecê-lo no começo da viagem, para já ir se situando.

Entrada do Museu da Revolução (Foto: Viagem no Detalhe)

Antes de virar museu, o local era o palacete do presidente Fulgencio Batista (deposto pela revolução). A arquitetura incrível se destaca, há inclusive um salão de espelhos, inspirado em Versailles e decorado pela Tiffany (sim, a famosa joalheria de Nova Iorque!).

Salão de espelhos decorado pela Tiffany’s (Foto: Viagem no Detalhe)
Fiquei impressionada com a arquitetura do museu (Foto: Viagem no Detalhe)

Outro detalhe interessante é que, na escadaria principal e no pátio dos fundos, ainda é possível ver as marcas de tiros do dia do ataque!

Painel do Museu (Foto: Viagem no Detalhe)
Consegue ver as marcas de tiros no mármore? (Foto: Viagem no Detalhe)

Memorial Granma – bem atrás do Museu da Revolução (o acesso é por dentro do museu), fica esse memorial, que abriga o iate que levou, em 1956, Fidel Castro, Che Guevara e seus companheiros, do México para Cuba, para colocarem por fim em ação a última etapa da Revolução Cubana e depor Fulgencio Batista.

Nesse espaço, ficam ainda alguns carros e aviões militares da Força Aérea
Americana que foram abatidos em Cuba. Os destroços são exibidos como verdadeiros troféus.

Destroços dos carros e aviões militares (Foto: Viagem no Detalhe)
Memorial Granma (Foto: Viagem no Detalhe)

Capitólio – Construído em 1926, no período de forte influência dos EUA em Cuba, sua arquitetura foi inspirada na do Capitólio de Washington DC. O Capitólio cubano funcionou como sede do governo até 1959 e hoje é o Ministério da Ciência. Depois de anos fechado, reabriu recentemente, mas eu acabei não visitando por dentro.

A caminho do Capitólio (Foto: Viagem no Detalhe)
A semelhança com o de Washington DC não é coincidência (Foto: Viagem no Detalhe)

Gran Teatro de La Habana – do lado do Capitólio, atravessando a rua, está a sede do Balé Nacional de Cuba. Além da construção ser lindíssima, lá acontecem espetáculos periodicamente. Eu queria muito ter assistido a um balé, mas acabei não tendo tempo. Nem que seja para dar uma espiadinha na arquitetura, vale muito a pena passar por lá.

O belíssimo Gran Teatro de La Habana (Foto: Viagem no Detalhe)
A arquitetura impressionante do Gran Teatro de La Habana (Foto: Viagem no Detalhe)

Admirar a arquitetura – no trecho que vai do Capitólio até o Paseo del Prado, há diversos exemplares incríveis da arquitetura cubana, então recomendo andar com olhos atentos nesse percurso, que é um prato cheio para quem curte arquitetura.

A cidade é muito fotogênica! (Foto: Viagem no Detalhe)

Destaque para os prédios do Cine Payret, do Gran Teatro de La Habana e do Hotel Inglaterra – Parque Central (eu inclusive parei na cafeteria desse último para um expresso)

Paseo del Prado – construído em 1772, essa avenida é linda e repleta de hotéis. Antigamente, a aristocracia passeava por ela de charrete.

Flanando pelo Paseo del Prado (Foto: Viagem no Detalhe)

Eu fiz o caminho do capitólio até o malecón (a orla), descendo o Paseo del Prado, e depois voltei ao meu hotel novamente por ela, vendo o entardecer com o Capitólio ao fundo – lindo!

Cores e detalhes da arquitetura (Foto: Viagem no Detalhe)

Pôr do sol no Malecón – é a orla de Havana, um calçadão de 7km a beira-mar, que abrange boa parte da cidade. Terminei meu primeiro dia, assistindo ao pôr do sol lá, que é lindo! Esse é um programa muito feito pelos locais também.

O pôr do sol na orla é sempre um espetáculo (Foto: Viagem no Detalhe)

DICA VIAGEM NO DETALHE®: bem na esquina do Paseo del Prado com a orla, há um hotel (o SO Paseo del Prado), com uma cafeteria deliciosa e com vista para o Malecón, a Origen (falo dela mais a frente, na parte sobre onde comer desse post). Não deixe de fazer um pit stop, para um café e um docinho!

#DIA 2: HAVANA VIEJA

Free Walking Tour – Comecei meu segundo dia de Havana fazendo esse free walking tour e recomendo muito!

O passeio começa na Plaza del Santo Angel e vai explorando as ruas de Havana Vieja, contando a história da ilha, desde o processo de colonização até os dias de hoje.

Os principais spots da parte antiga da cidade são visitados no tour, como o circuito clássico, que passa pelas principais praças de Havana, e a Calle O’Reilly.

É claro que você pode fazer tudo por conta própria, mas acredito que, com um guia contextualizando, a visita fica bem mais rica. Eu achei o passeio ótimo para ter uma visão geral da cidade e nosso guia (Rey) era muito bom, didático e tinha profundo conhecimento sobre a história da ilha.

Plaza de Armas: É a primeira praça de Havana e serviu como centro de poder da colonização espanhola. Esse foi o primeiro lugar importante da construção de Havana, onde literalmente tudo começou na cidade.

O primeiro centro de poder da colonização espanhola (Foto: Viagem no Detalhe)
Plaza des armas (Foto: Viagem no Detalhe)

Plaza de la Cathedral – cheia de história e com uma arquitetura admirável, é um ótimo ponto de partida para explorar essa região. Vale a pena dar uma entrada na Catedral de Havana, se estiver aberta.

A famosa Catedral de Havana (Foto: Viagem no Detalhe)

Plaza Vieja – Pra mim, a praça mais bonita de Havana! Novamente, a arquitetura é destaque aqui: a praça conta com construções, em seus entornos, de 4 séculos diferentes!

Plaza Vieja, a mais bonita da cidade (Foto: Viagem no Detalhe)

Na esquina, fica uma cervejaria chamada Factoria Plaza Vieja. Vale a pena fazer uma parada lá para degustar as cervejas artesanais, apreciando a vista da praça.

Calle Obispo – É a principal rua de Havana Vieja e vale a pena ser explorada com calma.

O colorido onipresente de Havana (Foto: Viagem no Detalhe)

Seus principais pontos de interesse são: a livraria La Moderna Poesia (maior da cidade), a preservadíssima Farmácia Drogueria Taquechel (nº 155 – parece um museu!), o Hotel Ambos Mundos (onde Hemingway morou – falo dele abaixo!) e a casa mais antiga da cidade, construída em 1648 (entre os números 117 e 119).

Farmácia e Drogueria Taquechel (Foto: Viagem no Detalhe)

Hotel Ambos Mundos – como grande fã de Hemingway, é claro que eu fiz questão de visitar o hotel onde ele morou durante anos, no quarto 511. Foi lá que ele escreveu clássicos como O Velho e o Mar e Por Quem os Sinos Dobram.

A fachada do Ambos Mundos (Foto: Viagem no Detalhe)

O quarto funciona como um mini museu e abriga sua máquina de escrever e outros artigos pessoais e livros. Apesar de ser uma visita rápida, eu achei emocionante ver ao vivo o lugar onde o autor escreveu tantas obras emblemáticas e me peguei imaginando seus pensamentos ao olhar para a vista de Havana da janela.

O quarto favorito de Hemingway em Havana (Foto: Viagem no Detalhe)

Para visitar o quarto 511, é cobrada uma pequena taxa. Fique de olho no horário da visita também, que vai até às 17h.

Casablanca – no final do free walking tour, pegamos um barco para ir até Casablanca, que fica do outro lado de Havana e tem uma vista linda da cidade. Pra quem é do Rio, o passeio é tipo ir até Niterói.

Vista de Havana a partir de Casablanca (Foto: Viagem no Detalhe)

Em Casablanca fica a estátua “El Cristo de la Habana”, que é a maior estátua já feita por uma mulher, e a antiga casa de Che Guevara (não há nada no lugar hoje em dia, apenas uma placa indicando isso).

Estátua El Cristo de la Habana (Foto: Viagem no Detalhe)
A antiga casa de Che Guevara (Foto: Viagem no Detalhe)

Achei esse passeio um pouco sem graça e só recomendo se você tiver tempo sobrando.

Charutos cubanos – experimentar os tão famosos charutos cubanos é quase um programa turístico em Cuba.

Os famosos charutos cubanos (Foto: Viagem no Detalhe)

Eu não curti muito, mas os meninos, que adoram, se empenharam em buscar as melhores opções e locais para compras. Deixo aqui para vocês o favorito, que é, aliás, reconhecido pela galera entendida do assunto: La Casa del Habano do Hotel Conde de Villanueva

Os meninos ficaram loucos rs (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Calle de los Mercaderes No. 202 esq. a Lamparilla, Lamparilla, La Habana

#DIA 3: VEDADO

Praça da Revolução – era o local onde multidões se juntavam para ouvir Fidel Castro. O ex- presidente costumava se sentar perto do Obelisco que fica no centro da praça, ao lado da estátua de José Martí, e discursar por longas horas.

Praça da Revolução (Foto: Viagem no Detalhe)

É também lá onde ficam as famosas imagens de Che Guevara e Camilo Cienfuegos, que estão nos prédios em seu entorno.

A praça da revolução não fica no bairro de Vedado, mas como é no caminho para lá, fui de táxi do meu hotel até o bairro (que é mais afastado) e combinei com o motorista que fizesse uma rápida parada nela.

Vedado – o bairro histórico de Havana possui algumas atrações, além de abrigar o famoso Hotel Nacional. Minha primeira parada lá foi a sorveteria Coppelia, super tradicional em Cuba.

Sorveteria Coppelia – é uma sorveteria bem tradicional e faz parte do dia a dia dos cubanos. Por isso, vale a pena conhecer, apesar do sorvete ser apenas normal, na minha opinião.

Há duas entradas e espaços para consumo separados dentro da sorveteria para cubanos e estrangeiros.

Hotel Habana Livre – se tiver tempo, no passeio por Vedado, vale a pena dar uma passadinha nesse hotel, para admirar o painel de ladrilhos da artista cubana Pelaéz que adorna sua fachada. Infelizmente quando fui, o painel estava em reforma… mas parece ser bem bonito!

Hotel Nacional – tradicional hotel em estilo art déco, inaugurado em Havana no ano de 1930. Além de ser cheio de história, o hotel é também famoso por já ter recebido muitos hóspedes ilustres, como Frank Sinatra (que passou sua lua de mel com Ava Gardner lá, inclusive), Churchill e Walt Disney.

A fachada art déco do Hotel Nacional (Foto: Viagem no Detalhe)
Vista da orla do Hotel Nacional (Foto: Viagem no Detalhe)

Eu tomei um mojito no bar do hotel e, depois de fazer um pequeno tour pelas premissas, almocei no restaurante (conto sobre a experiência na parte sobre “Onde comer”, mais abaixo nesse post).

Um mojito no bar do Hotel Nacional (Foto: Viagem no Detalhe)

Ah, não deixe de dar uma voltinha pelo jardim do hotel, que tem uma linda vista de Havana e da orla e rende ótimos cliques!

Passeio de carro antigo – os carros antigos colorem as ruas de Havana e andar em um deles acaba sendo um passeio irresistível. É possível fazer um citytour de 1 hora, passando por alguns cartões postais da cidade ou apenas trajetos simples, já que, antes de tudo, a maioria deles é táxi.

No meu caso, como já tinha conhecido a maioria dos pontos turísticos, pedi para explorar o bairro de Vedado, na volta do Hotel Nacional, e curtir o por do sol na orla e no Capitólio, para fazer algumas fotos.

Pôr do sol no Malecón, durante o passeio (Foto: Viagem no Detalhe)
Impossível resistir a esses carros! (Foto: Viagem no Detalhe)

Durante a viagem, muitas pessoas vão te abordar, oferecendo o passeio, mas não vá aceitando de primeira. Olhe bem os carros e escolha o que mais te agrada. Depois disso, negocie tudo – trajeto, duração, valor do passeio!

Nosso passeio terminou no Capitólio (Foto: Viagem no Detalhe)

// ONDE COMER?

La Vitrola – é um barzinho super simpático com uma pegada anos 50. Fomos lá na primeira noite e estava rolando música ao vivo, todo mundo dançando, um clima delicioso! Não deixe de provar o Mojito diferentão da casa, servido com cerveja.

O animado La Vitrola (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: San Ignacio Esq. Muralla, Havana

La Guarida – Definitivamente meu restaurante favorito da viagem! O La Guarida fica em um prédio “abandonado”, mas, quando você sobe os degraus da escadaria da entrada, logo se depara com uma varanda linda, cheia de luzinhas no teto e com uma aura mágica. Comida e clima deliciosos, deu vontade de repetir!

A entrada inusitada do La Guarida (Foto: Viagem no Detalhe)
E o ambiente lá em cima (Foto: Viagem no Detalhe)
A culinária do restaurante é deliciosa (Foto: Viagem no Detalhe)

Ah, é importante reservar! Não deixe de dizer que quer uma mesa na varanda 😉

Endereço: 418 Concordia, La Habana

Al Carbon – foi um achado da viagem! Restaurante super moderno, com um ambiente charmoso e excelente gastronomia (algo que achei difícil de achar em Cuba).

O charmoso e aconchegante Al Carbon (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Calle Aguacate No. 9 Esq. A Chacon, Havana

La bodeguita del medio – um clássico de Havana, famoso por fazer os mojitos favoritos de Hemingway na cidade! Pode ser clichê, mas não dá pra dispensar uma visita à Bodeguita para provar o tão falado mojito.

Entrada do La Bodeguita del Medio (Foto: Viagem no Detalhe)

Uma dica: o bar fica sempre lotado, mas se você for almoçar, é fácil conseguir mesa. Foi o que fiz e curti! A comida é bem básica, mas a ropa vieja (prato típico cubano de carne) de lá foi minha favorita.

O interior do restaurante (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Empedrado, La Habana

Fabrica de Arte Cubano – incluí na parte de onde comer, mas a verdade é que esse lugar é muito mais do que isso! A Fabrica de Arte Cubano reúne arte, comida, bebida, música, teatro, shows num galpão de uma fábrica desativada. É simplesmente fantástico! Foi um dos meus lugares favoritos de Havana.

Endereço: Calle 26, La Habana

La Barraca – restaurante do Hotel Nacional, de culinária criolla. A comida é bem gostosa, mas nada inesquecível e os preços são mais caros. Vale a pena ir se você quiser relembrar o glorioso passado do hotel e de seus hóspedes ilustres.

Famosos e seus pratos favoritos (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Calle 21 y O, Vedado, Plaza La Habana

El Floridita – mais um lugar imortalizado por Hemingway, que amava os daiquiris do bar. Diferentemente da Bodeguita, achei que o El Floridita tem uma vibe meio decadente e não achei o daiquiri nada demais…rs Mas é também um clássico de Havana e vale a visita, nem que seja só para tirar uma foto com a estátua do escritor que fica junto ao balcão do bar.

A fachada icônica do Floridita (Foto: Viagem no Detalhe)
Eu & Hemingway (Foto: Viagem no Detalhe)
O famoso daiquiri! (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Obispo, La Habana, Cuba

El Chanchullero – bar e restaurante super moderninho, que já mostra seu estilo descontraído logo na fachada, onde com deboche anuncia “aqui Hemingway nunca esteve” rs.

“Aquí jamás estuvo Hemingway” (Foto: Viagem no Detalhe)

Almocei no El Chanchullero no meu último dia em Havana e adorei a vibe, os mojitos e as entradinhas.

Mais mojitos! (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: e/ Bernaza y El Cristo, 457 A bajos Teniente Rey, La Habana

5 Esquinas Trattoria – Localizado na Rua Cuarteles, que é cheia de barzinhos e restaurantes interessantes. Depois de muita comida cubana, comemos uma pizza lá, na última noite. Estava deliciosa!

Rua Cuarteles, cheia de bares e restaurantes (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: 104 Esq Cuarteles Habana Vieja, Havana

Rooftop do Gran Hotel Manzana Kempinski – Além de ser belíssimo, o hotel conta com um rooftop com vista privilegiada da cidade! Vale a pena reservar um dia para assistir o por do sol lá de cima, acompanhado de um mojito. Ah, recomendo reservar, porque fica cheio!

Vista de tirar o fôlego do Rooftop do hotel (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Calle San Rafael (entre Monserrate y, Agramonte, La Habana 

Origen – pequena cafeteria/patisserie do hotel SO Paseo del Prado. Fica bem em frente ao malecón (na esquina do Paseo del Prado com a orla) e é uma delicia. Fiz uma breve parada lá para um café com docinhos e adorei!

Café com vista para o mar (Foto: Viagem no Detalhe)

Café O’Reilly – no coração de Havana Vieja, na esquina da Calle O’Reilly, eis uma cafeteria que vale a pena conhecer, se você curtir café. O Café O’Reilly conta com torrefação e moagem no local, sendo ainda possível comprar o café moído na hora para levar.

Cafés artesanais deliciosos no O’Reilly (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: 106 San Juan de Dios, La Habana 

***

Havana definitivamente superou todas as minhas expectativas! Espero poder um dia voltar e acompanhar o desenvolvimento da cidade no seu processo de reabertura 🙂

Obrigada pela visita!

Beijos,

Camilla

Acompanhe minhas viagens em tempo real pelo Instagram >>@viagemnodetalhe

Se você gosta das dicas do blog, ajude na sua manutenção, reservando seus hotéis e pousadas pelos links daqui. Isso não aumenta em nada o valor da sua reserva e gera um pequeno percentual revertido para o blog 

Compartilhe!
Deixe seu Comentário
 
1 Comentário
  1. […] consegui finalmente conhecer Cuba, um sonho antigo de viajante. Meu roteiro passou por Havana (confira aqui todas as minhas dicas da cidade) e Varadero. Foi uma viagem […]

Lugares que já visitei
Instagram: @viagemnodetalhe