Roteiro de 2 ou 3 dias em Siem Reap, Camboja
Ásia Camboja Siem Reap

Roteiro de 2 ou 3 dias em Siem Reap, Camboja

Por Camilla Ribeiro    Postado em 25.01.2020

O Camboja foi o terceiro país que visitei na minha viagem pelo Sudeste Asiático (clique aqui para conferir o roteiro completo). Cheguei lá por Krabey Island, litoral do país, e em seguida fui conhecer Siem Reap, que não é a capital, mas tem a alcunha de ser a cidade mais turística do Camboja.

Amanhecer em ANgkor Wat (Foto: Viagem no Detalhe)
Templo Bayon e seus misteriosos rostos sorridentes (Foto: Viagem no Detalhe)
Templo Ta Prohm, onde foi filmado Tomb Raider (Foto: Viagem no Detalhe)

Meu maior objetivo ao incluir Siem Reap no roteiro era conhecer os templos centenários do império Khemer, envoltos em tantos mistérios e cheios de história. Mas Siem Reap vai além e surpreende, com seu povo tão querido (o cambojano é, sem dúvida, o povo mais simpático que já conheci), seu alto astral, sua charmosa arquitetura colonial francesa e sua cultura, tão rica e incrível.

Arquitetura colonial francesa nas ruas de Siem Reap (Foto: Viagem no Detalhe)
Templo Preah Khan, em Siem Reap (Foto: Viagem no Detalhe)
Templo East Mebon, em Siem Reap (Foto: Viagem no Detalhe)

Se você gosta de história, gastronomia, gente simpática, templos incríveis e noites animadas, Siem Reap é pra você! Vem comigo que, nesse post, vou compartilhar todas as dicas para organizar sua viagem para o Camboja!

// COMO CHEGAR?

Não há voos diretos do Brasil para o Camboja. Eu cheguei no país, vinda da Malásia (veja aqui todas as minhas dicas de Kuala Lumpur), por Sihanoukville, no litoral do país. Isso porque, antes de conhecer Siem Reap, minha primeira parada no Camboja foi Krabey Island, uma ilha paradisíaca, onde passei dias de puro sossego!

De Krabey Island, fui para Siem Reap, voando pela low coast Cambodia Angkor Air. O voo dura aproximadamente 1 hora e transcorreu dentro dos conformes.

// DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

Além de passaporte válido por 6 meses, é obrigatório ter certificado de vacina contra febre amarela. Brasileiros também precisam de visto para entrar no Camboja.

Apesar de ser possível tirar o visto na chegada, no próprio aeroporto (visa on-arrival), há a possibilidade de solicitar o visto online com antecedência (dependendo da cidade pela qual você vá chegar). Eu preferi essa última opção para acelerar os procedimentos na minha chegada e ter menos uma burocracia a cumprir lá.

O visto online para o Camboja pode ser solicitado com uma antecedência de no máximo 3 meses antes da viagem, pelo site oficial. Uma vez aprovado, é enviado, em até 3 dias úteis, diretamente para o seu e-mail. O procedimento todo é bem simples e intuitivo e o valor cobrado é de USD$ 40 (valor de out/2019).

// QUANDO IR?

O clima no Camboja se divide entre estação seca e chuvosa. O período de Novembro a Abril corresponde à estação seca, sendo que Fevereiro, Março, Abril, Maio e Junho são os meses mais quentes.

O período de Maio a Outubro corresponde à época das monções, quando chove bastante no país. Por isso, não recomendo visitar o país nessa época!

Competição de barcos em Siem Reap (Foto: Viagem no Detalhe)

Eu fui em Novembro e achei bom o clima: nenhuma chuva e um calor administrável. Dei sorte de pegar o Bon Om Tuk, festival de corrida de barcos que comemora o fim do período das monções e que deixa Siem Reap super animada!

A data do festival varia, de acordo com o fim da estação chuvosa, acontecendo geralmente em novembro ou no fim de outubro. No ano de 2020, está marcado de ocorrer nos dias 30/10 a 01/11 e, em 2021, nos dias 18 a 20/11.

O festival dura três dias, os quais são marcados por uma programação intensa: fogos de artifícios, noite com velas em oferenda no rio e, é claro, muita competição no esporte nacional! Achei incrível ter tido a oportunidade de conhecer a cidade nessa época tão alegre.

Queima de fogos no Bon Om Tuk Festival (Foto: Viagem no Detalhe)
Noite de full moon celebration (Foto: Viagem no Detalhe)

// QUANTO TEMPO FICAR?

Eu fiquei 3 dias em Siem Reap (veja aqui meu roteiro completo nessa viagem pelo Sudeste Asiático) e achei uma ótima quantidade de tempo para conhecer os principais pontos de interesse da cidade.

// ONDE SE HOSPEDAR?

Em Siem Reap, escolhi me hospedar no Shinta Mani Shack, um hotel 4 estrelas, muito bem localizado e com um excelente serviço.

Achei o hotel muito confortável, nosso quarto era super espaçoso. A piscina do hotel era um charme, muito convidativa para um mergulho, no fim de um dia quente de visita aos templos do complexo de Angkor.

Nosso quarto, no Shinta Mani Shack (Foto: Viagem no Detalhe)
A piscina do hotel (Foto: Viagem no Detalhe)

O café da manhã do Shinta Mani Shack era bem gostoso, com um buffet farto e várias opções à la carte, inclusive de pratos locais.

O staff do hotel também merece destaque – super atenciosos e prestativos para tudo! Num dia, perguntei sobre uma arte que eles faziam com flores, para decorar o local, e uma das meninas se ofereceu para me ensinar! Ganhei uma aula 😀

Nossas escolhas no café da manhã no Shinta Mani Shack (Foto: Viagem no Detalhe)
Ganhei uma aula de flores! (Foto: Viagem no Detalhe)
Arte floral do hotel Shinta Mani Shack (Foto: Viagem no Detalhe)

Resumindo, gostei muito de ficar no Shinta Mani Shack e super recomendo o hotel! Faça sua reserva (sem custo adicional) aqui.

Se não tivesse me hospedado no Shinta Mani, com certeza teria ficado no Belmond La Résidence d’Angkor. Na verdade, o único motivo de não ter me hospedado lá, foi por ter lido comentários em outros blogs sobre “a localização do hotel não ser tão boa”.

Hotel Belmond La Residence d’Angkor (Foto: Divulgação)

O Belmond fica do outro lado do rio que corta a cidade. Mas achei uma localização super tranquila, um pouquinho mais afastado centrinho, mas nada que um tuk tuk não resolva, caso você esteja com preguiça de andar!

O hotel é lindíssimo e o padrão de qualidade é o da rede Belmond, da qual sou fã! Fica a dica dessa opção também, então. Reserve aqui (sem custo adicional) sua hospedagem no Belmond La Résidence d’Angkor.

Se preferir, pesquise aqui mais opções de hospedagem em Siem Reap.

// COMO VISITAR OS TEMPLOS DE ANGKOR?

O fantástico complexo de Angkor possui mais de 1000 metros quadrados e abriga mais de 300 templos! Visitá-los é um dos pontos altos de qualquer viagem para o Camboja.

Bayon e seus rostos misteriosos (Foto: Viagem no Detalhe)

As construções datam desde o século IX até o século XII e são impressionantes demais!! A integração dos templos com a natureza, a aura de magia do lugar e os segredos que as construções guardam até hoje (como o misterioso motivo pelo qual foram abandonadas) tornam tudo ainda mais incrível.

Para conhecê-los, é preciso comprar um ingresso, cujo valor varia de acordo com a quantidade de dias. Para 2 ou 3 dias, o valor é de USD $ 62 (por pessoa – valor de nov/2019).

Ingresso para entrada nos templos de Angkor (Foto: Viagem no Detalhe)

Para visitar o complexo, você pode contratar um guia/motorista e combinar com ele quais templos você quer visitar ou pode fazer tudo por conta própria, organizando sua ida com um tuk tuk, em Siem Reap e visitando sem guia os templos.

Eu particularmente Acho super importante contratar guia para desbravar o complexo de Angkor. O lugar é cheio de história, centenas de templos e, sem um bom guia, fica tudo muito sem sentido. Eu fechei meus passeios com o Salomão, guia local que fala português! Fiz dois dias de passeio com ele (conto com mais detalhes abaixo) e recomendo!

Com nosso guia, o Salomão (Foto: Viagem no Detalhe)

O contato do Salomão é +855 92 978 038. Ele responde pelo whatsapp também.

// O QUE FAZER?

TEMPLOS QUE VISITEI NO PRIMEIRO DIA:

East Mebon – comecei meu primeiro dia de imersão no complexo de Angkor, visitando esse templo, datado do século X e dedicado à família do rei Jayavarman VII. East Mebon se destaca por possuir construções de torres de tijolo em bom estado de conservação.

East Mebon, o primeiro templo que visitei em Siem Reap (Foto: Viagem no Detalhe)
Oferenda em East Mebon (Foto: Viagem no Detalhe)

➦ Tasom – esse templo servia como mosteiro para o rei Jayavarman VII. Na sua entrada, há vários rostos, cada um deles simboliza uma palavra: amor, bondade, compaixão e neutralidade.

A entrada do templo Tasom (Foto: Viagem no Detalhe)
Raizes das árvores tomando conta de Tasom (Foto: Viagem no Detalhe)

Em Tasom é interessante notar também a mistura de elementos das religiões budista e hindu, que convergiam, em razão do fato de o rei ter tido duas esposas, uma de cada religião. Essa mistura é notável em diversos templos do compexo de Angkor.

Referência às duas esposas do rei, em Tasom (Foto: Viagem no Detalhe)
Apsaras são dançarinas encravadas nas paredes dos templos (Foto: Viagem no Detalhe)

➦  Neak Poan – esse templo, todo cercado de água, servia como farmácia para pessoas no século XII. Foi uma das grandes surpresas desse dia para mim, pois não tinha grandes expectativas e me surpreendi muito! Achei Neak Poan lindo e com uma energia especial.

O templo Neak Poan servia de farmácia no séc. XII (Foto: Viagem no Detalhe)
Neak Poan é todo cercado por água (Foto: Viagem no Detalhe)

Preah Khan – Construído em 11922, esse templo é dedicado ao pai do rei Jayavarman VII, que foi morto aqui. Também possui traços das religiões budista e hindu.

A impressionante entrada de Preah Khan (Foto: Viagem no Detalhe)
Detalhes da construção do templo (Foto: Viagem no Detalhe)
Cada detalhe dos templos carrega muita simbologia (Foto: Viagem no Detalhe)

Banteay Srey – Conhecido como “Templo da Mulher”, a construção de Beanteay Srey remonta ao século X. O templo, dedicado aos deuses Vishnu, Brahma e Shiva, é famoso por sua coloração vermelha e pelas esculturas encravadas em suas paredes. Está na lista dos mais procurados no complexo de Angkor.

Banteay Srey, um dos templos mais procurados do complexo (Foto: Viagem no Detalhe)
A cor avermelhada é uma de suas principais características (Foto: Viagem no Detalhe)
Por dentro do labirinto de Banteay Srey (Foto: Viagem no Detalhe)

Pre Rup – templo do século X, famoso no complexo por ser uma ótimo lugar para assistir ao pôr do sol. Foi onde terminei meu primeiro dia de passeio em Angkor e assisti a um belo entardecer.

Pôr do sol no templo Pre Rup (Foto: Viagem no Detalhe)
As cores do entardecer em Pre Rup (Foto: Viagem no Detalhe)

TEMPLOS QUE VISITEI NO SEGUNDO DIA:

➦ Angkor Wat – meu segundo dia explorando Angkor começou bem cedo: acordamos às 5h, para assistir ao nascer do sol em Angkor Wat, a cereja do bolo, dentro do complexo de templos. Os hotéis geralmente oferecem café da manhã para você levar nesse dia.

Café da manhã preparado pelo nosso hotel nesse dia (Foto: Viagem no Detalhe)

Em regra, o nascer do sol é épico, visto de fora de Angkor Wat, quando a bola de fogo vermelha faz sua subida triunfal entre as torres do famoso templo. Mas, no dia que fui estava nublado e não teve exatamente um nascer do sol, apenas um dia que clareou de forma apenas ok…rs. Mas o passeio é imperdível para qualquer um que visite o Camboja.

Amanhecer sem sol, em Angkor Wat (Foto: Viagem no Detalhe)
Mesmo sem sol, é um espetáculo emocionante! (Foto: Viagem no Detalhe)

Angkor Wat significa “cidade sagrada dos mosteiros” e foi, sem dúvida, meu templo favorito dentro do complexo de Angkor. A riqueza de detalhes, desse templo, construído entre 1113 e 1150, é simplesmente impressionante!

O templo é tão relevante para o país que a bandeira nacional faz referência às suas 3 torres, que representam reis, religiões e a nação. A referência é também aos 3 deuses: Vishnu, Brahma e Shiva. E às 3 cores: azul (fertilidade), vermelho (soldado) e branco (sol do Camboja).

O cartão postal do Camboja (Foto: Viagem no Detalhe)
Angkor Wat e suas camadas (Foto: Viagem no Detalhe)

O número 3 é presente em diversos aspectos da construção de Angkor Wat (por exemplo, o templo é construído em 3 andares, que representam inferno, terra e céu), a qual demonstra graus altamente sofisticados de conhecimento de astronomia, engenharia, arquitetura etc.

Uma das partes que mais me impressionou foram os relevos no interior do templo, que contam passagens mitológicas e históricas. O nível de conservação e informações é impressionante!

Relevos impressionantes de Angkor Wat (Foto: Viagem no Detalhe)
Cada parede do templo conta uma história (Foto: Viagem no Detalhe)
Os relevos demonstram conhecimento sofisticado de astronomia (Foto: Viagem no Detalhe)

Nos relevos há inclusive indicações sobre a passagem do ano, que mostram que, naquela época, eles já tinham conhecimento sobre a duração dos dias, meses e ano. É de arrepiar!

Rosa dos ventos no teto de Angkor Wat (Foto: Viagem no Detalhe)

➦ Angkor Thom – essa foi a última capital do Camboja, no século XII e há muitos templos importantes no seu interior, como Bayon, Baphoun, PhimeanAkas, o terraço do elefante e o terraço do rei leproso. Foi para lá que nós seguimos, depois de visitar Angkor Wat.

Bayon – esse foi meu segundo templo favorito no complexo de Angkor! Bayon foi construído em 1190 e é decorado com 54 rostos sorridentes, cada um com uma expressão diferente! Os rostos representam amor, bondade, compaixão e neutralidade.

O fascinante templo Bayon (Foto: Viagem no Detalhe)
Há 54 rostos em Bayon (Foto: Viagem no Detalhe)
Bayon, o templo mais enigmático do complexo de Angkor (Foto: Viagem no Detalhe)

A aura mística que envolve Bayon torna a visita a esse templo simplesmente mágica!

Elephant terrace e terrace of leper king – o terraço do elefante e o terraço do rei leproso ficam lado a lado. Reza a lenda que uma cobra assumiu a imagem de uma mulher muito bela, pela qual o rei se apaixonou. O rei quis dormir com essa cobra em forma de mulher e ela negou, negou, negou…até que enfim concordou, impondo uma única condição: o rei teria que passar todas as noites com ela, antes de dormir.

O rei concordou e, todas as noites, passava no terraço do templo, para dormir com a cobra em forma de mulher. Uma noite, porém, ele se esqueceu e a cobra, muito zangada, rapidamente reassumiu sua forma original e mordeu o rei. O rei se tornou leproso e se isolou no terraço do templo, o qual até os dicas de hoje é chamado de “Terraço do rei leproso”.

Terraço do rei leproso (Foto: Viagem no Detalhe)

Ta Prohm – esse templo, construído no século XII, é um dos mais famosos do complexo, pois foi lá que o filme Tomb Raider foi gravado. Para chegar em Ta Prohm é preciso sair da cidade de Angkor Thom pelo victory gate, o templo fica a cerca de 15 minutos dali.

Raízes gigantes de Ta Prohm (Foto: Viagem no Detalhe)

O templo não é muito grande, mas as raizes enormes das árvores tomam conta do cenário e criam uma aura de mistério e magia.

Ta Prohm, cenário de Tomb Raider (Foto: Viagem no Detalhe)

OUTROS PONTOS DE INTERESSE:

 Pub Street – o lugar mais animado de Siem Reap! A rua é cheia de bares e restaurantes, luzes e música alta. Não é exatamente focada na alta gastronomia, mas é difícil não curtir uma noite por lá! Vá pela diversão, você não vai se arrepender!

A animada pub street (Foto: Viagem no Detalhe)
Bares e restaurantes na pub street (Foto: Viagem no Detalhe)

Night Market – nos arredores da Pub Street, fica esse mercado noturno, que vende todo o tipo de bugiganga asiática e funciona até por volta de 23h. Procurando bastante, dá para fazer alguns achados.

// BOAS COMPRAS

Siem Reap não é um destino de compras, mas há algumas lojinhas bacanas e, o mais legal, com produtos verdadeiramente locais. Minhas melhores compras no Camboja foram nessas lojas:

Maison Sirivan – loja super cool, com uma pegada de design e muitos produtos interessantes. Comprei lá uma necessaire fofa com meu signo no horóscopo khemer e ainda ganhei uma aula sobre o assunto do vendedor!

A charmosa Maison Sirivan (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: 12 Hap Guan St, Krong Siem Reap, Camboja

Trunkh. – essa foi a primeira marca focada em lifestyle e design do Camboja! É muito descolada e incentiva a produção local. Lá tem de tudo um pouco: camisas, papelaria, lembrancinhas…. eu trouxe vários potinhos artesanais de palha, pintados à mão, para dar de lembrança, e uma camisa para o meu irmão!

A pioneira Trunkh. (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: 11A Hap Guan St, Krong Siem Reap, Camboja

Bodia SPA É um spa com uma lojinha muito legal de produtos naturais. Comprei lá uma ótima máscara facial de coco e também aromatizador de ambiente, esfoliante corporal e chá.

Endereço: New Street A, Krong Siem Reap

// ONDE COMER?

Cuisine Wat Damnak – jantamos aqui, na nossa primeira noite em Siem Reap. A casa trabalha somente com menu degustação (5 etapas por 29USD ou 6 etapas por 34USD), que é alterado a cada 2 semanas.

Jantar no aclamado Wat Damnak (Foto: Viagem no Detalhe)

Os ingredientes são frescos e sazonais e os pratos representaram muito bem os sabores do Camboja com uma impecável execução francesa. Achei o menu delicioso! Não é à toa que o restaurante é o único a representar o Camboja na lista dos 50 melhores restaurantes da Ásia.

DICA VIAGEM NO DETALHE®: Reserve sua mesa na varanda, onde fica o jardim do restaurante. A atmosfera lá fora é super agradável.

Um pouco do ambiente da varanda (Foto: Viagem no Detalhe)

É recomendável reservar com antecedência, o que pode ser feito aqui.

Endereço: Street 7 Makara, Wat Damnak Village Krong Siem Reap

Haven – eu não consegui ir nesse restaurante, pois estavam fechados na época que visitei Siem Reap, em função do festival das águas. Mas recebi as melhores recomendações de lá e não poderia deixar de indicá-lo nesse post.

Mais do que um restaurante, o Haven é uma entidade de propósito social. Como o slogan deles já indica (“where helping tastes good“), a missão deles é reabilitar jovens em situação de desvantagem econômica e social através da gastronomia. É a comida desses jovens que você irá provar no restaurante.

Achei a ideia muito bacana e quem eu conheço que já foi lá disse que a experiência é emocionante! O Haven está na minha lista, para o dia que voltar para Siem Reap! 🙂

Endereço: Chocolate Rd, Krong Siem Reap

Khemer Family – como já disse, a Pub Street não é um lugar para aspirar grandes experiências gastronômicas…rs Mas há diversos bares e restaurantes simpáticos, onde é possível ter uma noite animada e divertida. Dos que eu testei, recomendo o Khemer Family. Provamos alguns petiscos bem gostosos e curtimos o ambiente do restaurante.

Clima gostoso do Khemer Family Restaurant (Foto: Viagem no Detalhe)
O ambiente do restaurante (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Road 2, Krong Siem Reap

Banana tree restaurant & cafe – esse restaurante fica dentro do complexo de Angkor. Fui almoçar lá no meu segundo dia de visita aos templos e gostei da experiência, especialmente pelo ambiente simpático e descontraído.

Simpático ambiente do Banana Tree (Foto: Viagem no Detalhe)
Já me sentindo em casa! rs (Foto: Viagem no Detalhe)

Provei lá o prato nacional do Camboja: o fish amok. Um peixe feito no leite de coco e especiarias. É um prato delicioso, suave (não é picante!)

Fish Amok, o prato nacional do Camboja (Foto: Viagem no Detalhe)

Vibe – café & restaurante vegano e good vibes, num cantinho zero turístico da cidade! Descobri, batendo perna, e adorei os sucos, doces e produtos de porcelana local. É uma graça de lugar e fica próximo a varias das lojinhas que mencionei acima.

A fachada do Vibe (Foto: Viagem no Detalhe)
Suco delicioso do Vibe (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: 715, Huo Guan Street, Kandal Village, Siem Reap

La Riviera Sky Bar – Localizado no rooftop do hotel La Rivière d’ Angkor Resort (que aliás, é bem interessante!), esse barzinho é super agradável e tem vista para o rio de Siem Reap. Fui lá para tomar um drink e assistir ao festival de corrida de barcos de um outro ponto de vista e adorei!

Atmosfera cool do La Riviera Sky Bar (Foto: Divulgação)
Drinks com vista para o rio (Foto: Viagem no Detalhe)

Endereço: Riverside avenue, Old French Quarter areas, Siem Reap

***

Siem Reap é uma cidade com muitas atrações incríveis, um povo acolhedor e muito a ser visto. Deixei um pedacinho do meu coração naquele lugar!

No próximo post conto sobre meu roteiro em Luang Prabang, a cidade mais turística do Laos, minha favorita nesse roteiro pelo Sudeste Asiático – confira! 😉

Obrigada pela visita!

Beijos,

Camilla

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2 Comentários
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  2. […] No próximo post conto sobre meu roteiro em Siem Reap, a cidade mais turística do Camboja – fique de olho! 😉 […]

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